Dois últimos posts
A interseção entre os dois últimos posts é a criação do framework de segurança, levando em conta pessoas, processos e tecnologia.
Há um gap entre a arquitetura do software feito para venda e aquele para uso interno. O primeiro se sujeitará às políticas, digamos, desconhecidas. Guias de aquisição desempenham um importante papel nessa empreitada para ambos os lados -- fornecedores e consumidores. O de uso interno, em tese, seria mais previsível.
A disciplina e o exercício de pensar em segurança desde o início do projeto são aliados para mudar o quadro de incerteza que ronda o desenvolvimento. Prever políticas, enquadrar-se em normas, seguir modelos e padrões tendem sempre a ser benéfico.
Um passo seguinte poderia ser alinhar segurança ao negócio. Também é um assunto controvertido, mas rechaçar simplesmente não é sábio. Tomara que sempre haja um ROI para justificar, um BSC para acompanhar, e calculados de forma inegável, aplicável e tangível.